Toda última segunda-feira do mês o local promoverá roda de samba com uma escola diferente; a primeira será o SalgueiroFoi nos terreiros das escolas de samba que surgiram obras inesquecíveis como 'Um rio que passou em minha vida' (Portela), 'A Deusa da Passarela' (Beija-Flor), 'Exaltação à Mangueira' e 'Salve a Mocidade!', entre tantas que embalam o canto dos apaixonados por suas agremiações e pela boa música. Integrante das matrizes do samba carioca, junto com o partido alto e o samba-enredo, o samba de terreiro é a estrela principal da roda que o Museu do Samba, do Centro Cultural Cartola, passa a realizar todas as últimas segundas-feiras do mês, a partir do dia 26 de maio. A cada edição, uma escola de samba participará com compositores, baianas e velha guarda, apresentando ao público grandes sambas de terreira da história da agremiação. Na estreia, a convidada será a Acadêmicos do Salgueiro, com participação como Nelson Sargento, Mestre Dionísio, Careca do Império, entre outros.A programação faz parte do projeto 'Memória das Matrizes do Samba do Rio de Janeiro', conduzido pelo Museu do Samba com o objetivo de resgatar e incentivar a preservação e novas produções deste gênero musical, que em 2007 foi titulado patrimônio Cultural do Brasil. Matriz originalmente carioca, o samba de terreiro é conhecido atualmente como samba de quadra e é produzido pelos compositores ao longo do ano, fora das disputas de samba-enredo. A programação cultural é aberta ao público em geral e integra o programa do Ponto de Cultura GerAções do Centro Cultural Cartola – Museu do Samba Carioca - apoiado pela Secretaria Municipal de Cultura.O samba começa sempre às 18h, e custa R$ 9,99. O Centro Cultural Cartola fica na Rua Visconde de Niterói , 1296 – Mangueira. Lembrando que quem vai aproveitar o samba, degusta os mais variados petiscos de boteco como frango a passarinho, feijão amigo, calabresa acebolada, entre outros, sempre acompanhado da cerveja gelada.
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| Espanhol do Arranco com os entrevistadores Rachel Valença e Aloy Jupiara |
O Centro Cultural Cartola dando continuidade ao Projeto Memórias do Samba Carioca realizado em parceria com o IPHAN e a Superintendência de Museus da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro recebeu no dia 03 de Agosto de 2013 os compositores Tiãozinho da Mocidade e Espanhol do Arranco.
Espanhol foi intérprete e compositor que marcou seu nome no carnaval carioca nos anos 80 no Arranco de Engenho de Dentro com passagens também pela Portela e Unidos da Tijuca, foi no Arranco no ano de 2006 que conseguiu seu primeiro Estandarte de Ouro em parceria com Sylvio Paulo, com o samba: ”Guelédés, o retrato da alma”.
Já Tiãozinho da Mocidade, um dos grandes compositores da Mocidade Independente, foi autor de obras memoráveis em conquista de títulos da GRES Padre Miguel: Ziriguidum 2001 ;Vira virou, a Mocidade chegou ; e Chuê chuá, as águas vão rolar.
Espanhol foi intérprete e compositor que marcou seu nome no carnaval carioca nos anos 80 no Arranco de Engenho de Dentro com passagens também pela Portela e Unidos da Tijuca, foi no Arranco no ano de 2006 que conseguiu seu primeiro Estandarte de Ouro em parceria com Sylvio Paulo, com o samba: ”Guelédés, o retrato da alma”.
Já Tiãozinho da Mocidade, um dos grandes compositores da Mocidade Independente, foi autor de obras memoráveis em conquista de títulos da GRES Padre Miguel: Ziriguidum 2001 ;Vira virou, a Mocidade chegou ; e Chuê chuá, as águas vão rolar.
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| Tiãozinho da Mocidade com entrevistadores Aloy Jupiara e Gustavo do Salgueiro |

















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